Salário + encargos + ferramentas + férias + treinamento: o técnico interno custa muito mais do que parece. Compare a conta completa com o outsourcing — e veja quando o híbrido é a resposta certa.

“Contratar um técnico sai mais barato que terceirizar.” Essa é provavelmente a conta mais malfeita da gestão de TI em PMEs — porque compara a mensalidade do outsourcing com o salário do funcionário, ignorando tudo o que orbita o salário. Quando a conta é completa, o resultado costuma inverter a percepção. Vamos aos números.
O salário de um técnico de suporte no Brasil varia de R$ 2.800 a R$ 4.500. Mas salário é só o começo:
Nenhuma pessoa é especialista em redes, segurança, Microsoft 365, servidores, backup e atendimento ao usuário ao mesmo tempo — e nenhuma trabalha 24/7.
Acima de ~200 funcionários ou em ambientes muito específicos, o modelo ideal costuma ser híbrido: um gestor interno de TI cuidando de estratégia e sistemas do negócio, com operação, suporte e segurança terceirizados. Abaixo disso, o outsourcing completo é quase sempre mais eficiente — e mais barato.
O modelo gerenciado moderno resolve a maioria dos chamados remotamente em minutos — mais rápido do que esperar o técnico ficar livre — e mantém atendimento presencial com SLA para o que exige mão no equipamento.
Em contratos bem estruturados, a empresa tem equipe de referência que conhece o ambiente — com a vantagem de o conhecimento estar documentado, e não na memória de uma única pessoa.
Sim — o híbrido é comum e saudável: interno para estratégia e sistemas do negócio, terceirizado para operação, suporte e segurança.
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