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TI interna x TI terceirizada: a conta real que ninguém faz

Salário + encargos + ferramentas + férias + treinamento: o técnico interno custa muito mais do que parece. Compare a conta completa com o outsourcing — e veja quando o híbrido é a resposta certa.

TI interna x TI terceirizada: a conta real que ninguém faz

“Contratar um técnico sai mais barato que terceirizar.” Essa é provavelmente a conta mais malfeita da gestão de TI em PMEs — porque compara a mensalidade do outsourcing com o salário do funcionário, ignorando tudo o que orbita o salário. Quando a conta é completa, o resultado costuma inverter a percepção. Vamos aos números.

O custo visível do profissional interno

O salário de um técnico de suporte no Brasil varia de R$ 2.800 a R$ 4.500. Mas salário é só o começo:

  • INSS patronal, FGTS, 13º, férias + 1/3: +70% a 90% sobre o bruto;
  • Vale transporte, alimentação, plano de saúde;
  • Custo real: R$ 6.000 a R$ 8.500/mês por um único profissional.

O custo invisível: o que um profissional só não cobre

Nenhuma pessoa é especialista em redes, segurança, Microsoft 365, servidores, backup e atendimento ao usuário ao mesmo tempo — e nenhuma trabalha 24/7.
  • Férias, atestados e demissão: a empresa fica descoberta — e o conhecimento vai embora com a pessoa;
  • Ferramentas: RMM, EDR, backup e monitoramento pagos à parte;
  • Treinamento contínuo: tecnologia muda; sem atualização, a empresa fica para trás;
  • Documentação: quase sempre inexistente — o ambiente vive na cabeça do técnico.

O que o outsourcing entrega pela mensalidade

  • Equipe multidisciplinar — especialista certo para cada problema;
  • Cobertura contínua — sem buraco de férias ou desligamento;
  • SLA em contrato — tempo de resposta garantido, não combinado;
  • Ferramentas profissionais inclusas — monitoramento, EDR, backup;
  • Documentação do ambiente — o conhecimento fica com a empresa;
  • Custo fixo e previsível — geralmente inferior ao custo total de um interno.

Quando ter TI interna faz sentido

Acima de ~200 funcionários ou em ambientes muito específicos, o modelo ideal costuma ser híbrido: um gestor interno de TI cuidando de estratégia e sistemas do negócio, com operação, suporte e segurança terceirizados. Abaixo disso, o outsourcing completo é quase sempre mais eficiente — e mais barato.

A conta que você deve fazer

  1. Some: salário + encargos + benefícios + ferramentas + treinamentos do modelo atual;
  2. Acrescente o risco: quanto custa ficar 30 dias sem cobertura numa demissão?
  3. Compare com uma proposta de TI gerenciada que inclua helpdesk, monitoramento, segurança e backup;
  4. Avalie o intangível: profundidade de especialização e continuidade.

Perguntas frequentes

E a proximidade? O técnico interno está sempre aqui.

O modelo gerenciado moderno resolve a maioria dos chamados remotamente em minutos — mais rápido do que esperar o técnico ficar livre — e mantém atendimento presencial com SLA para o que exige mão no equipamento.

O atendimento não fica impessoal?

Em contratos bem estruturados, a empresa tem equipe de referência que conhece o ambiente — com a vantagem de o conhecimento estar documentado, e não na memória de uma única pessoa.

Posso combinar os dois modelos?

Sim — o híbrido é comum e saudável: interno para estratégia e sistemas do negócio, terceirizado para operação, suporte e segurança.

Faça a comparação com dados reais

A Tecnoporto oferece consultoria gratuita para comparar o custo total do seu modelo atual com a TI gerenciada — sem compromisso e com números abertos. Solicite na página de Gestão de TI e decida com a conta completa na mesa.

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